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O G-Vírus foi descoberto por William Birkin após a administração do protótipo do parasita Ne-Alfa em Lisa Trevor.

Aparentemente, Lisa dominou o parasita, e este desapareceu de seu organismo enquanto tentava invadir o sistema nervoso central da cobaia. Ela foi submetida a diversos testes e o G-vírus foi detectado. William Birkin passou então a dedicar-se quase que exclusivamente a estudos e experimentos com o novo vírus, que se tornou o “trabalho da vida” do cientista.

O medo da traição

Com a nova descoberta, Birkin submeteu seu projeto à Umbrella para dar continuidade às pesquisas com o G-vírus. Seu pedido foi aprovado, e ele e sua equipe foram transferidos para um laboratório subterrâneo em Raccoon City. Com o crescimento da pesquisa, e o aumento da autonomia de Birkin dentro da empresa, Ozwell Spencer temia uma traição do pesquisador e ordenou que a U.B.C.S. recolhesse uma amostra do G-vírus. Na tentativa de defender o resultado de anos de trabalho, Birkin é baleado pelos agentes da Umbrella e injeta o G-vírus em seu corpo.

G-Type

O resultado foi o G-Type, criatura que passou por vários processos de mutação descontroladas que geravam um organismo cada vez mais forte. Todos os seres vivos infectados pelo G-virus se reproduzirão a partir da implantação de um embrião (G Young Body) dentro de outro ser vivo. A menos que seja rejeitado pelo hospedeiro, o embrião se submeterá a um processo de invasão celular gradual, infectando as células do hospedeiro em nível molecular a ponto de reescrever o seu DNA. Uma vez que a mutação estiver completa, o hospedeiro será capaz de dar continuidade a este ciclo de auto-replicação. Acredita-se que os G-Types procurem por hospedeiros compatíveis geneticamente com seus embriões para evitar rejeição ou combate imunológico ao vírus. Esse seria o motivo pelo qual Willian Birkin perseguia sua filha, Sherry e Curtis Miller, sua irmã, Angela. Caso o embrião seja implantado em um hospedeiro não compatível, o resultado é o G Adult Body, um G Young Body que se desenvolve e abandona o corpo do hospedeiro. Esse foi o caso de Brian Irons e Monica.

Diferenças entre G e T

A diferença entre os vírus T e G é que o organismo infectado pelo segundo continua a sofrer mutações por si só. Enquanto o T-vírus aumenta o metabolismo e compromete as células, o G pode alterá-las ponto de criar uma nova forma de vida. As células infectadas dão origem às chamadas células G, que provocam modificações drásticas no organismo do hospedeiro, enquanto se alimentam dele.

Cura

O tempo que o G-vírus leva para dominar um organismo varia de indivíduo para indivíduo. Enquanto o processo de formação das células G não está completo, anticorpos podem agir e destruir o vírus. Nesse estágio, pode ser administrada a vacina DEVIL, específica para o G-Vírus e que impede a formação de um novo G-Type ou a morte do hospedeiro.

A utilização do G-vírus para a produção de B.O.W.s é um tanto controversa. Frederich Downing o considerou imprevisível ao conversar com o General Miguel Grande, com quem fazia negócios ilegais. Apesar das transformações drásticas e a formação de um organismo forte e violento, o G-vírus é difícil de ser controlado, e acaba transformando o hospedeiro em uma enorme massa orgânica com nenhuma ou muito pouca inteligência.

Sherry Birkin

Durante o incidente em Raccoon, SHerry Birkin acabou sendo infectada pelo embrião G por William Birkin, poucas horas depois ela foi submetida ao anti-vírus e parecia que tudo voltaria ao normal. Porém, o período que Sherry ficou contaminada foi o suficiente para seu organismo criar poderosos anti-corpos para combater o vírus, e esses anti-corpos foram usados por Carla Radames na criação do C-Vírus.

Além isso, Sherry ficou com alguns poderes sobre-humanos graças ao G-Vírus. Ela tem a capacidade regenerativa e de cura extremamente elevada, e foi capaz até mesmo de sobreviver e se curar quase instantaneamente de um ferimineto em seu abdômem causado por um enorme pedaço de metal.

Shift Antigênico

Como o G-vírus surgiu no organismo de Lisa Trevor? Algo assim poderia acontecer “no mundo real”? A resposta é sim e existe uma explicação científica para isso.

Lisa Trevor foi usada como cobaia por anos no laboratório em Arklay. Recebeu diversas injeções de vírus diferentes e apresentou poucas mudanças externas, mas no interior de seu organismo, muitas coisas estavam acontecendo.

Um novo vírus pode surgir dentro de um organismo, e isso aconteceu com um agente infeccioso bastante conhecido para nós, o vírus Influenza ou da gripe, mesmo.

O vírus tipo A da gripe infecta uma grande quantidade de hospedeiros, principalmente aves e mamíferos domésticos, como o homem, patos, galinhas, porcos, ovelhas, cavalos…, mas cada espécie é infectada por uma estirpe viral diferente. As estirpes são bastante semelhantes entre si, e algumas podem infectar espécies diferentes e até simultaneamente. O que pode acontecer, caso um hospedeiro seja infectado por mais de uma estirpe (a correspondente a sua espécie e mais outra) é um processo chamado shift antigênico. Basicamente, quando os dois vírus infectam a célula, acontece uma confusão, um engano. Eles acabam misturando pedaços de material genético, gerando um novo vírus híbrido. Isso afeta diretamente o homem e diversas pandemias de gripe, como a Espanhola ou a “Suína” foram resultado de shift antigênico.

O shift antigênico é uma razão “real” plausível para o surgimento do G-vírus no corpo de Lisa Trevor. A presença de vários vírus semelhantes, em diversos estágios experimentais em seu organismo, proporcionou a mistura acidental deles, gerando um agente infeccioso totalmente novo.

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